José Kappel

Um amor sobrevive ao outro.

Textos



Mal Adrianinha sentou na cadeira imperial
lá veio bomba de modo infernal:
assessores da bandalheira, no Rio,
fizeram a festa da roubalheira sem um pio.

Sumiram com muito dinheiro do povo nosso,
achacando cada um com uma nobre quantia
nunca vista antes, e,
que iam pra Suiça festejar o grande desfalque
dos cofres do povo, igual a um cão que rói o osso..

Roubaram muita coisa: de dar inveja.
Em cada refinaria buliçavam em pejas
dinheiro e mais dinheiro roubado às claras
de quem não tinha dinheiro nem pra comprar doce.

Os homens que rondaram a vida do brasileiro
metiam metade do dinheiro no bolso e a outra metade no escaninho.
Fora dona Adrianinha, que comia encarecidamente todo milheiro
com roupas, lojas e muita comida, em confronto com os milhões de arretados.

Dona Adrianinha ou já sabia e fez que não viu
ou não viu, mas assim mesmo fingiu que não viu.
Duvidamos nós que ela não saiba pra onde foi tanto dinheiro que não dava nem no vagão de trem a galope !
Tanto dinheiro assim! Igual Dona Dilma - pobre de mentirinhas, onde tudo é sempre golpe !
Com Serginho, todo político  dançou e rolou na bandalheira do reizinho cheio de vintém

Até agora o dinheiro tá sumido sem azia.
Até agora só tem santo no vasto mundo.
dó me dá, ver povo desempregado e com contas sem fundo
por governantes de cofre cheio e povo de barriga vazia.

Salve o Brasil!
Salve os ladrões de anil!
Brasil não tem jeito!

Com  ladrões no Congresso   roubando  a mil !

 
José Kappel
Enviado por José Kappel em 07/04/2017


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